{"id":12567,"date":"2026-03-17T15:41:14","date_gmt":"2026-03-17T18:41:14","guid":{"rendered":"https:\/\/anoticiadovale.com.br\/?p=12567"},"modified":"2026-03-19T15:42:35","modified_gmt":"2026-03-19T18:42:35","slug":"estudo-da-fiergs-aponta-que-apos-decisao-da-suprema-corte-dos-eua-alivio-tarifario-e-desigual-entre-segmentos-industriais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/anoticiadovale.com.br\/index.php\/2026\/03\/17\/estudo-da-fiergs-aponta-que-apos-decisao-da-suprema-corte-dos-eua-alivio-tarifario-e-desigual-entre-segmentos-industriais\/","title":{"rendered":"Estudo da FIERGS aponta que ap\u00f3s decis\u00e3o da Suprema Corte dos EUA al\u00edvio tarif\u00e1rio \u00e9 desigual entre segmentos industriais"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Metal, tabaco e couro e cal\u00e7ados tiveram tarifas reduzidas, mas ve\u00edculos automotores, farmoqu\u00edmicos e madeira seguem pressionados.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A decis\u00e3o da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou ilegais as sobretaxas impostas por Donald Trump a produtos importados trouxe al\u00edvio tarif\u00e1rio apenas parcial para a ind\u00fastria do Rio Grande do Sul. Estudo divulgado nesta segunda-feira (16) pelo Sistema FIERGS mostra que a redu\u00e7\u00e3o das tarifas foi desigual entre os setores, beneficiando segmentos como metal, tabaco e couro e cal\u00e7ados, enquanto ve\u00edculos automotores, farmoqu\u00edmicos e madeira seguem entre os mais pressionados nas exporta\u00e7\u00f5es para o mercado americano.<\/p>\n\n\n\n<p>O levantamento aponta que, do total de 83,3% de exporta\u00e7\u00f5es ga\u00fachas que seguem taxadas, agora amparadas pela Se\u00e7\u00e3o 122 da Lei de Com\u00e9rcio de 1974, a maior parte passou a se concentrar na tarifa de 10%, que atinge 65,3% dos embarques. Outros 18% continuam enquadrados na Se\u00e7\u00e3o 232, mecanismo usado pelos Estados Unidos para aplicar tarifas adicionais a setores considerados sens\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Em alguns segmentos, antes bastante afetados pela sobretaxa, a quase totalidade das exporta\u00e7\u00f5es passou a ficar concentrada na tarifa de 10%. \u00c9 o caso de produtos de metal (99,7%), tabaco (100%), couro e cal\u00e7ados (100%), vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (100%), t\u00eaxteis (100%) e impress\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o (100%).<\/p>\n\n\n\n<p>Em outros setores, por\u00e9m, a press\u00e3o segue maior. \u00c9 o caso de ve\u00edculos automotores, especialmente autope\u00e7as, em que 97,7% das exporta\u00e7\u00f5es continuam enquadradas na Se\u00e7\u00e3o 232. A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 semelhante em farmoqu\u00edmicos (99,8%), madeira (82,4%), m\u00f3veis (55,7%), metalurgia (47,3%), m\u00e1quinas e equipamentos (43,7%) e borracha e pl\u00e1stico (42,2%).<\/p>\n\n\n\n<p>Para o presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, o cen\u00e1rio refor\u00e7a a necessidade de manter as negocia\u00e7\u00f5es com o governo americano. &#8220;A situa\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor do que antes, mas n\u00e3o \u00e9 o ideal. Desde o in\u00edcio da aplica\u00e7\u00e3o das tarifas, defendemos a manuten\u00e7\u00e3o do di\u00e1logo com o presidente Trump. Mesmo com as recentes decis\u00f5es, as taxa\u00e7\u00f5es ainda afetam mais de 83% das exporta\u00e7\u00f5es da ind\u00fastria ga\u00facha para os Estados Unidos. \u00c9 fundamental retomar as negocia\u00e7\u00f5es bilaterais para buscar uma solu\u00e7\u00e3o que elimine esses impactos e preserve a competitividade dos produtos do Rio Grande do Sul&#8221;, avaliou. Na pr\u00e1tica, apenas 16,7% dos embarques do estado para os Estados Unidos est\u00e3o totalmente livres de taxa\u00e7\u00e3o. <em>(fonte: Assessoria de Imprensa do Sistema Fiergs).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Metal, tabaco e couro e cal\u00e7ados tiveram tarifas reduzidas, mas ve\u00edculos automotores, farmoqu\u00edmicos e madeira seguem pressionados. A decis\u00e3o da Suprema Corte dos Estados Unidos que considerou ilegais as sobretaxas impostas por Donald Trump a produtos importados trouxe al\u00edvio tarif\u00e1rio apenas parcial para a ind\u00fastria do Rio Grande do Sul. 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